Sejam Bem Vindos – Rodrigo Clemente!

Olá, pessoal!! Sejam bem vindos!!

Recebi um convite muito especial do Vitor Fidelis e do Lucas Fidelis, fundadores do Marília  – @guiamarilia – e de forma muito honrada aceitei de prontidão.

Aqui vamos falar de comida, muita comida, mas comida boa, comida raiz e comida que sustenta, faz bem, energiza, previne doenças e contempla a saúde. Além de comida – porque não queremos só comida, queremos bebida diversão e ballet – vamos falar de bebidas e das boas, algumas delas alcoólicas, probióticas, fermentadas, harmonizadas, gaseificadas, para atender a todos os gostos.

Vamos também falar do meio ambiente, dos animais, de culturas milenares, de plantios,diversidade,hortas, compostagem, de permacultura, arte, de vegetarianismo, veganismo, de yoga, de medicina, medicina milenar, de música, Jazz, Hip Hop, do Mano Brown e também de maternidade e paternidade, porque sou pai e sou um pai feminista. Não sabe o que isto significa? Pois vai saber. E tem mais, sabe porque estaremos aqui juntos às segundas? Porque este é o dia escolhido pelo movimento Segunda sem Carne – vamos falar dele também e é hoje –  e eu, como militante do veganismo, vou poder compartilhar de curiosidades, receitas e dicas de como uma família que se abdicou de produtos de origem animal vive e educa uma criança que não faz uso de nada de origem animal.

Para começar sem perder tempo vou contar um pouco a vocês o que é este movimento Segunda sem Carne, já para falarmos a mesma língua.

O movimento começou em 2003 nos Estados unidos  pelo publicitário e filantropo Sid Lerner e hoje já está em mais de 35 países. Nem todos o movimentos acontecem às segundas. Na Bélgica, por exemplo, acontece toda quinta-feira e já contempla todo o país desde 2009 em todas as escolas e órgãos públicos. Na Argentina, desde 2017 o presidente Maurício Macri criou o Lunes Vegano. Já no Brasil, o movimento acontece desde 2009, em parceria com a SBV ( Sociedade Brasileira Vegetariana) e já chegou à rede pública de ensino da capital paulista. Em 2017, por exemplo, foram servidas mais de 47 milhões de refeições sem carne.

O objetivo é promover a substituição da proteína animal pela vegetal um dia da semana,para que a saúde, o meio ambiente e principalmente o consumo da água seja diminuído. O consumo excessivo de água, o desmatamento e o efeito estufa são algumas das principais características da prática pecuária e isto tem causado impactos irreparáveis. Por isso, toda refeição é importante ao meio ambiente. Se não conseguir fazer a substituição da proteína animal pela vegetal no almoço, faça no jantar, pois o mais importante é a consciência. Segundo o Datafolha, 73% da população desconhece os malefícios causados ao nosso meio ambiente através da pecuária. Também por este motivo, gostaríamos que este movimento fosse aceito por bares e restaurantes de nossa cidade, para que possamos ter cada vez mais opção à 15% da população que se diz vegetariana e aos novos adeptos ao movimento.

Quer exemplo de proteína vegetal para que você faça parte deste movimento? Segue alguns: amendoim, grão de bico, espinafre, arroz integral, feijão, repolho, brócolis, amêndoa, castanhas, lentilha, ervilha e muitos outros. Detalhe, a proteína vegetal, principalmente se orgânica, é digerida e melhor absorvida pelo organismo que qualquer outra proteína animal.

Por isso, caro leitor, fique ligado por aqui que mais informações, receitas e dicas serão dadas não só por mim, mas por nutricionistas, nutrólogos, chefs de cozinha e médicos que entendem do assunto. Mas ninguém precisa ter uma medalha de tal para contribuir, se você tem algo a dizer e a somar, escreva pra mim.

Um forte abraço. Namastê.

 

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